domingo, 13 de maio de 2012

AH SE TE PEGO




Ah se te pego de jeito, entro dentro do teu peito
Invado teu coração e planto a minha paixão
Ah se te pego de jeito, pego teu amor pra mim
Dobro tua resistência, ninguém te ama tanto assim

Ah se te pego de jeito, quero essa boca molhada
Quero tuas madrugadas quero-me sentir amada
Dar-te-ei tanto carinho, construo em ti o meu ninho
Onde te sentirás amado com muito jeitinho

Ah se te pego de jeito, entro em teu coração
E lá muito de mansinho permaneço num cantinho
Fico ali acomodada mesmo sem a tua permissão
Ali mexo e remexo ate encontrar tua paixão

Garimpando esse lugar sei que ali vou encontrar
Um amor, que reprimido, não quer se apresentar
Mas eu juro meu amor que um dia irás me dar
Esse amor que tanto espero, pois é só isso que eu quero...



cassiamaral




COISAS DE MÃE




Manhee cadê você? Preciso encontrar meu sapato
Já procurei e não encontro, mas que chato!
Manhee to c fome. Quero almoçar agora...
E lá se vai a mãe atender seus filhos sem demora

Querida, cheguei vem dar um beijo no seu rei...
Lá vai ela cansada dos afazeres, receber seu amor
Mãe  minha camisa nova esta passada?
Lá vai ela pegar a camisa que com carinho passou

E assim vai passando o dia, sempre ocupada
Sempre atendendo ao pedido da pessoa amada
É café da manhã, e roupa pra lavar e passar
A casa toda para limpar, e almoço preparar

Mãe é assim mesmo, Deus a assim a fez
Colocou nela tanto amor tanto carinho
Em seu coração colocou tudo de uma vez
Carinho, amor, dedicação tudo direitinho.

Muitas vezes pra educar, tendo que castigar
Vai depressa a seu quarto esconder-se pra chorar.
Amor assim tão grande só a mãe tem para dar
São apenas três letrinhas, mas de um encanto  sem par


                         M- de Maria, Mãe de Nosso Senhor...
                         A- de amor, de alegria...
                         E- de exemplo e euforia.
                         Por poder dar aos filhos tanto amor

                         Amor de mãe é tão bom
                         Que Jesus não se contem,
                         Pra vir ao mundo Ele quis
                         Uma mãezinha também...


cassiamaral 








domingo, 18 de março de 2012

REGULAMENTO DO CONCURSO DE CONTOS “MACHADO DE ASSIS”




O Grupo Coesão Poética, CNPJ - 09.341.085/0001-46, com sede nesta cidade de Sorocaba, Estado de São Paulo, visando incentivar escritores, experientes ou não, ao prazer da escrita e também da leitura, resolve instituir o I CONCURSO DE CONTOS “MACHADO DE ASSIS”, cujas normas para participação seguem abaixo.


01.    O concurso destina-se a todos os interessados, com a idade mínima de 18 anos, sendo brasileiro ou não. Não caso de candidatos estrangeiros, será exigido apenas que a obra apresentada seja escrita em língua portuguesa.


02.    As inscrições estarão abertas até o dia 30 de abril de 2012. Quaisquer dúvidas poderão ser dirimidas através do nosso e-mail coesaopoetica2011@gmail.com.


03.    Os trabalhos, com tema livre, deverão ser inéditos, não tendo, portanto, sido premiados em outros concursos nem publicados em livros do próprio autor, coletâneas, jornais, sites da internet e revistas. 


04.  Cada candidato poderá apresentar até 3 (três) trabalhos.

05.    Os trabalhos deverão ser digitados em língua portuguesa, com fonte Arial, corpo 12 e espaçamento entrelinhas de 1,5, com um total máximo de 3 (três) laudas.


06.    Os trabalhos deverão ser enviados, como anexos, para o e-mail coesaopoetica2011@gmail.com e assinados apenas com pseudônimo. Em anexo à parte, o candidato deverá registrar seu nome completo, seu pseudônimo, número do RG, grau de instrução, endereço completo e número de telefone para contato.


07.    A comissão julgadora será formada por 3 (três) pessoas ligadas ao mundo das letras, idôneas e de reconhecido valor intelectual. A decisão da comissão julgadora será soberana, não cabendo recurso quanto ao que for por ela decidido.


08.    Serão sumariamente eliminados quaisquer trabalhos em que a comissão julgadora perceber sinais de plágio.


09.    Aos três primeiros colocados e ao que for premiado com menção honrosa serão outorgados prêmios constituídos de trofeus confeccionados pela poetisa e artista plástica Ana Maria Duarte.


10.    As eliminatórias, em número de 3 (três) ocorrerão nos dias 12, 19 e 26 do mês de maio, 2012, na Oficina Cultural Grande Otelo, à Praça Frei Baraúna, s/n, nesta cidade de Sorocaba, sempre às 15:00h.


11.    Nas duas primeiras eliminatórias serão classificados 6 (seis) contos em cada uma, totalizando 12 (doze) trabalhos que participarão da etapa final.


12.    Serão lidos apenas 3 (três) trabalhos do montante classificado em cada eliminatória, mediante sorteio, uma vez que não será possível ler todos os trabalhos numa única tarde.


13.    Todos os contatos necessários, referentes a este concurso, serão efetuados através de correio eletrônico, conforme endereço acima citado.


14.    Os casos omissos serão analisados e decididos pelo corpo de jurados do presente concurso. 



quarta-feira, 14 de março de 2012

POETA
















Sou lírico e louco
porque sou poeta;
e minha meta será sempre
ser um pouco mais louco
e muito mais poeta.

Se choro num delírio
cego e inconseqüente;
se invento dramas sérios, de repente,
é porque sou louco, gente,
e muito mais
porque sou poeta.

Se sinto sua falta
quando não me falta;
se não creio em seu amor
quando ele existe,
é porque quero ser triste,
é porque sou poeta.

Não quero passar pelo mundo
em branca nuvem,
mas também não quero
monumentos ou bandeiras.
Quero apenas que se lembrem todos
de que fui triste, alegre e louco,
de que amei demais
porque fui... poeta.

DADO CARVALHO
09 de abril de 1985 – 18:20 h

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CHUVA DE VERÃO

O dia amanheceu lindo e radiante
O sol rasgava o espaço com seus raios brilhantes
Um cheiro de flores no ar perfumava tudo
O céu muito azul mostrava sua beleza
Espalhadas por ele, nuvens brancas
 Encantando a natureza
Mais pareciam flocos de algodão
Espalhados num lindo tapete azul

De repente, uma nuvenzinha escura foi aparecendo
Parecia que algum fumante ali soltou uma baforada
Suja, mal cheirosa estragando do ar a pureza
La vem mais uma nuvenzinha escura, que loucura...

Aos poucos o céu foi escurecendo e perdendo sua beleza
Um vento forte balançava as arvores como roupas no varal
Pessoas correndo para casa pra fugir do temporal
E a chuva veio sem dó castigando as ruas

Veio forte, barulhenta assustando a gente
Lavando as calçadas de suas impurezas
Deixando tudo limpo realmente
Como uma dona de casa fazendo sua limpeza 

Por um tempo curto a chuva esteve presente
Arrepiando as pessoas com um ar de valentia
Foi se afastando devagar, e de repente
O sol voltou a brilhar como merecia

Assim é nossa vida, às vezes dolorida
Problemas, dores, desgostos nos magoam
Mas há de se lembrar que a tempestade passa
E a bonança vem com toda sua graça...

Cassiamaral

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

OBRA CONCLUIDA
escrita  em parceria com meu amigo Renato Araujo artista plastico (mais ele que eu kkk)

PRONTO, TERMINEI MINHA OBRA COM MEITO CARINHO
EM CADA PINCELADA VAI DE MIM UM PEDACINHO
EM CADA COR VAI UM ENCANTO, UM ACALANTO
MAS EM ALGUMAS VÃO GOTINHAS DO MEU PRANTO

FELICIDADE, AMOR ALEGRIA FANTASIA
TUDO ISSO EU PINTEI COM MUITO AMOR
CADA PASSO DA PINTURA PARECIA
UM GRANDE PRESENTE DO MEU SENHOR

NAS FLORES, PAISAGENS, MARES, BELAS CENAS
DEUS GUIAVA MINHAS MÃOS PRA COLORIR
EM COISAS QUE  NOS PARECEM TÃO PEQUENAS
TENTO MOSTRAR TODA BELEZA QUE HÁ DE VIR

QUANDO PINTO A NATUREZA BELA
CRIANÇAS, AS QUERIDAS DO MEU DEUS
PASSO TODO O MEU CORAÇÃO PARA A TELA
ENTREGANDO A DEUS OS SONHOS MEUS

A FORMOSURA DA LUA, O CALOR E LUZ DO SOL
            A NATUREZA, O BRILHO DOCE DAS ESTRELAS
PASSAROS VOANDO DE ENCONTRO AO ARREBOL
TUDO ISSO VOU PASSANDO PARA AS TELAS

AGRADECENDO SEMPRE A DEUS POR ESSE DOM...

cassiamaral
Renato Araujo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O ESPETÁCULO PERDIDO

O circo chegou à cidade, que felicidade!
Um circo chegando é uma grande novidade
Crianças correndo felizes para ver o palhaço
Gritavam felizes fazendo enorme estardalhaço

Chegou o grande dia do espetáculo tão esperado
La estava eu, feliz, estática, olhos arregalados
Sentindo a magia da vida, sentindo o sabor do amor
Amor por alguém que só me dá alegria e calor

Eu parecia uma criança nesse mundo encantado
Sentindo a magia do circo e com você a meu lado
La vem então o palhaço fazendo a gente rir
Com alegres palhaçadas pulando até cair

Mas eu notei no palhaço uma ponta  de tristeza
Uma lagrima escondida roubava-lhe toda beleza
Uma dor que parecia não conseguir se esconder
Uma dor de um amor que ele não pode viver...

Mas eu queria saber o que tanto lhe doía
Fui chegando de mansinho e o palhaço não me via
Num instante reparei que o palhaço era mulher
Uma mulher sem amor sem alegria qualquer

Uma mulher que por ser fraca e desprevenida
Com seu ciúme matou o grande amor de sua vida
Sim, matou assim por ser doentio esse amor
E o  espetáculo da sua vida  ficou sem nenhum sabor...

CASSIA AMARAL